sexta-feira, 11 de julho de 2014

Pra distrair..

Quem sabe contabilidade? O que é Contabilidade? 

PARA QUEM NÃO ENTENDE NADA DE CONTABILIDADE, VAMOS EXPLICAR, MAIS OU MENOS, COMO FUNCIONA... 

A solteira é .................Crédito. 

A casada é..................Débito. 

A cunhada é................Provisão para Devedores Duvidosos. 

A bonita é....................Lançamento Certo. 

A feia é........................Estorno. 

A feia e rica é..............Conta de Compensação. 

A bonita e rica é..........Lucro Certo. 

A ex-namorada é........Saldo de Exercícios Anteriores. 

A namorada é..............Resultado de Exercício Futuro. 

A noiva é......................Reserva Legal. 

A esposa é................. Capital Integralizado. 

A vizinha é....................Ações de Outras Companhias. 

A amante é...................Empresa Coligada. 

As que fazem operações plásticas...Obras e Benfeitorias. 

As gestantes são.................Obras em Andamento. 

As que dão bola são............ Incentivos Recebidos. 

As que não são viúvas, casadas ou solteiras são....... Contas a Classificar. 

As que muito namoram  e não se casam são...........Saldo à Disposição da Assembleia. 

As que são surpreendidas em flagrante são.............Passivo a Descoberto. 

A sogra pode ser classificada como.................PREJUÍZO ACUMULADO  ou CONTAS A PAGAR !!! 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Contas públicas


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizou nesta segunda-feira o déficit fiscal do setor público consolidado acima de 11 bilhões de reais em maio, que foi o pior resultado mensal para as contas públicas do Brasil desde dezembro de 2008. "O que interessa sobre o superávit primário é o resultado que teremos em dezembro deste ano", disse o ministro a jornalistas, referindo-se à meta consolidada do governo para o ano todo, que é de 99 bilhões de reais, ou 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

A afirmação do ministro foi feita durante o anúncio da manutenção do desconto no imposto sobre produtos industrializados (IPI) para veículos 1.0 nesta segunda-feira. Em coletiva, Mantega foi questionado por jornalistas sobre o resultado fiscal. O déficit divulgado nesta segunda-feira se refere à economia dos governos federal, estaduais e municipais, além das empresas estatais, para o pagamento dos juros da dívida. Trata-se do primeiro déficit para meses de maio de toda a série histórica do BC e também o maior rombo desde dezembro de 2008, quando o resultado negativo foi de 20,95 bilhões. Em abril, o resultado foi positivo em 16,89 bilhões de reais. 

Na sexta-feira, o Tesouro Nacional divulgou o resultado fiscal apenas do governo central, composto pelas contas do Banco Central, da Previdência e do Tesouro. O déficit primário acumulado em maio pelos três entes foi de 10,5 bilhões de reais — o pior resultado para meses de maio desde o início da série histórica. Em abril, a economia para pagamento de juros da dívida pública foi de 16,6 bilhões de reais.

A capacidade do governo de cumprir a meta de superávit este ano vem sendo colocada em xeque não só porque a arrecadação tem crescido num ritmo mais lento que os gastos públicos, mas também porque as alternativas de contabilidade criativa para cumprir a meta se esgotaram. Em 2014, não haverá leilão do Campo de Libra ou grandes expectativas de ganhos com as receitas extraordinárias, que impulsionaram o resultado do ano passado. Para tentar recolher uns "trocados", o governo apelou para a Petrobras, que é, hoje, a empresa de petróleo com a maior dívida do mundo. Ao ceder o excedente de óleo de quatro áreas do pré-sal para a estatal, o governo receberá este ano 2 bilhões de reais para engordar seu superávit. Até 2018, serão 15 bilhões. O fato de a cessão onerosa ter sido feita sem licitação criou desconforto entre investidores, preocupados com a ingerência na estatal. 

terça-feira, 1 de julho de 2014

IPI DE VEÍCULOS COM ALÍQUOTA REDUZIDA!

O governo federal decidiu manter até o fim deste ano as alíquotas reduzidas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidentes sobre veículos novos, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta segunda-feira.
O IPI sobre veículos de até mil cilindradas, por exemplo, continua em 3% até o fim de dezembro e não retornará à alíquota normal de 7%, como estava previsto para ocorrer a partir de 1º de julho.
A decisão do governo ocorreu diante da fraqueza do setor automotivo em 2014. Até sexta-feira passada, as vendas de carros e comerciais leves acumulavam queda anual de 8%. Entre janeiro e maio, a queda no número de emplacamentos é de 5,4% na comparação com 2013.
A política de desoneração do IPI começou em maio de 2012, como forma de estimular o consumo em meio à desaceleração econômica. No início do ano passado, o governo deu início à retomada do valor cheio das alíquotas diante da queda da arrecadação e a necessidade de cumprir o superávit primário, mas manteve o desconto para carros populares (com motor 1.0). Para esses veículos, o IPI continua em 3% ante os 7% que seria o patamar normal.
Para carros com motor acima de 1.0 até 2.0 flex, a alíquota do IPI será mantida em 9%, a mesma desde janeiro passado. Até o fim de 2013 ela estava em 7%. Se fosse retomada de forma integral, chegaria a 11%. Para os veículos com a mesma faixa de motorização, mas movidos apenas a gasolina, a alíquota é mantida em 10%. Caso retornasse ao patamar inicial, seria de 13%.
Para carros com motor acima de 2.0 não houve desconto: continuam de 18% para os flex e 25% para os movidos a gasolina. O IPI para os utilitários é mantido em 3%, quando a alíquota normal seria de 4% a 8%.
Segundo o ministro Guido Mantega, a renúncia fiscal com a manutenção do IPI será de 800 milhões de reais. Tal valor representa também a quantia que o governo deixou de arrecadar com as desonerações do IPI no primeiro semestre.